Estudo de Degradação Forçada (EDF)
Na I9 Soluções Analíticas, conduzimos o EDF com abordagem científica estruturada, alinhada às exigências da RDC 964/2025 e às diretrizes ICH (Q1A, Q1B e Q3B), garantindo dados robustos, auditáveis e prontos para submissão regulatória.
Elaboração de Protocolo Prévio Detalhado
Antes de qualquer teste ser executado, desenvolvemos um protocolo minucioso que orienta todo o estudo de degradação forçada. Esse documento define as condições de estresse a serem aplicadas, os parâmetros analíticos, os critérios de aceitação, a estratégia de amostragem e as justificativas científicas para cada decisão.
A RDC 964/2025 exige que informações prévias sejam levantadas e documentadas antes da fase experimental, é exatamente esse rigor que aplicamos desde o início, assegurando que nenhum dado seja gerado sem fundamento técnico.
Condução do Estudo de Degradação Forçada
Executamos o estudo de degradação forçada considerando tanto o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) quanto o Produto Acabado, conforme determina a RDC 964/2025. O estudo é conduzido em ao menos um lote (escala laboratorial, piloto ou industrial) e contempla, no mínimo, as seguintes condições de estresse: Fase líquida: exposição a soluções ácidas, básicas e oxidantes, incluindo auto-oxidação, peroxidação e oxidação catalisada por íons metálicos de transição; Fase original: exposição a aquecimento, umidade e luz (ultravioleta e visível, conforme requisitos da ICH Q1B). Cada condição é ajustada com base nas características do IFA e na forma farmacêutica, com justificativa técnica documentada para qualquer condição não aplicável. O objetivo é induzir uma degradação realística e preditiva suficiente para revelar o perfil de degradação potencial do produto, sem comprometer a relevância dos resultados.
Avaliação Cromatográfica e Balanço de Massas
Após a execução das condições de estresse, os cromatogramas obtidos são avaliados para verificação da pureza cromatográfica do pico do IFA e de outros picos de interesse.
Quando aplicável, realizamos o cálculo do balanço de massas, somando o teor remanescente do IFA e os níveis de produtos de degradação encontrados, para verificar quão próximos estes chegam a 100% do valor inicial. Esse passo é fundamental para comprovar que o método analítico é indicativo de estabilidade e que nenhum produto de degradação relevante está passando despercebido.
Análise Crítica do Perfil de Degradação Potencial
Nossa equipe especializada realiza uma análise crítica aprofundada do perfil de degradação potencial obtido. Essa avaliação identifica as principais vias de degradação do IFA, os produtos de degradação que devem ser monitorados, a sensibilidade do produto a condições específicas (luz, temperatura, pH, umidade) e a adequabilidade do método analítico. Os resultados também servem como suporte para o desenvolvimento e validação do método de análise dos produtos de degradação relevantes e para a análise crítica do perfil de impurezas do medicamento.
Elaboração do Relatório de Estudo de Degradação Forçada (REDF)
Consolidamos todos os dados experimentais, análises e conclusões em um Relatório de Estudo de Degradação Forçada (REDF) detalhado e estruturado, que inclui: Protocolo e justificativas técnicas de cada condição avaliada; Cromatogramas representativos e dados de eficiência da separação cromatográfica; Resultados de pureza de pico e balanço de massas; Identificação dos produtos de degradação observados; Análise crítica das vias de degradação e recomendações; Avaliação dos limites de notificação, identificação e qualificação conforme a tabela da RDC 964/2025. O REDF é elaborado de forma a atender às exigências documentais da ANVISA, podendo ser integrado às seções apropriadas do CTD ou apresentado como documento independente.
Por que escolher a I9 Soluções Analíticas?
Domínio completo da RDC 964/2025 e das diretrizes ICH Q1A, Q1B e Q3B
Protocolos cientificamente justificados para cada condição de estresse
Métodos analíticos indicativos de estabilidade, validados e auditáveis
Relatórios REDF completos, prontos para submissão à ANVISA
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